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PF de SP investiga lavagem de dinheiro de facção criminosa que teria movimentado R$ 700 milhões

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Operação Tempestade cumpre 5 mandados de prisão (4 prisões preventivas e 1 temporária), além de mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (3) a segunda fase da Operação Tempestade, que investiga a estrutura financeira da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), que atua dentro e fora de presídios de todo o país e até no exterior. O esquema de lavagem de dinheiro do crime organizado teria movimentado R$ 700 milhões nas contas dos investigados.
São cumpridos 5 mandados de prisão (4 prisões preventivas e 1 temporária), além de mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A Justiça determinou o bloqueio de R$ 220 milhões.
Essa ação é a segunda fase da operação Rei do Crime, onde foram descobertos cerca de 50 postos de uma rede de combustíveis teriam sido usados para legalizar o dinheiro vindo do tráfico de drogas e beneficiar o Primeiro Comando da Capital (PCC).
As investigações tiveram início após uma delação premiada de Felipe Ramos Moraes, o piloto de helicóptero que transportou Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca, para uma emboscada que terminou com a morte deles, em Aquiraz, região metropolitana de Fortaleza, em 2018.

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