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Retorno para fase de transição anima comerciantes de Mogi das Cruzes

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Donos de academia também estão satisfeitos por receberem alunos novamente. Reabertura anima comerciantes e profissionais de outros setores em Mogi
O retorno de Mogi das Cruzes para a fase de transição animou comerciantes e profissionais de outros setores. Um deles foi o preparador Herbert Matos.
Mesmo com um número menor de alunos e cuidados de higiene, ele está satisfeito com a reabertura. “A gente tem um aplicativo onde o aluno faz o check in antes de vir para a aula. Então, a gente tem um limite máximo de 10 pessoas por turma. E o aluno tem que agendar antes de vir e o professor faz a conferência da presença do aluno antes de iniciar a aula”, explica o preparador.
A turma agora está reduzida, respeitando a ocupação de 25% da capacidade. A aula, que antes da pandemia contava com até 40 alunos, agora possui somente 10. E ao longo de todas as fases, o financeiro ficou bem comprometido. “Manutenção de aluguel, de contas de consumo. Isso é sempre mantido pela academia. E quando a gente não tem o acesso do aluno, ele acaba não tendo como prioridade a academia.”
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Vanessa Sanches é uma das alunas da academia que já marcaram presença no retorno das aulas presenciais. E para ela, o acompanhamento do professor faz toda a diferença. “On-line ele não consegue verificar se você está fazendo o exercício correto. Pode ser até que você se prejudique não por culpa do professor e nem da academia. Aqui não, aqui o coach ta olhando todo o mundo que você está fazendo e ta direcionando para que você faça o exercício da melhor forma”, observa Vanessa.
Com a nova etapa da fase de transição do Plano São Paulo, mais setores podem voltar a funcionar. Com isso, o Centro de Mogi das Cruzes ficou bem movimentado. Para a população, a reabertura do comércio ajuda na retomada da economia, mas os protocolos de segurança devem ser respeitados.
“O povo precisa trabalhar para ter dinheiro para sobreviver. É meio arriscado, mas fazer o quê né?”, questiona o pintor Luiz Vitorino.
A dona de casa Flavia Faria também destaca os prejuízos dos comerciantes com o período em que ficaram fechados. “O comércio fechado, bares fechado. Então as pessoas precisam trabalhar com um certo cuidado, com a higiene e tudo direitinho.”
Com essa nova etapa, restaurantes e lanchonetes podem voltar com atendimento presencial e consumo no local. Em Mogi das Cruzes, um decreto publicado pela prefeitura, permite o funcionamento desse setor até as 22h.
Odair da Silva tem um restaurante onde o delivery está sendo o responsável pela maior parte do faturamento.
Ele acha que o atendimento ao público também deve ajudar na hora de fechar a conta. “Antes dessa pandemia era em torno de 70%, era o presencial. E 30% o delivery. E agora a expectativa é de pelo menos 50% delivery e 50% presencial. Porque o presencial ajuda muito a gente a vender o agregado, bebidas, doces, sorvetes e no delivery isso sai muito pouco”, ressalta Silva.
A nova etapa deve ajudar, mas sempre fica a expectativa de dias melhores. “A expectativa é que aos poucos o comércio volte a normalizar. Expectativa é grande para recebe o público com todos os protocolos”, deseja o comerciante.
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