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Vacinação de profissionais da educação em Ferraz de Vasconcelos é acompanhada por secretário estadual

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Rossieli Soares esteve na cidade nesta segunda-feira. Secretário afirma que a vacinação não é obrigatória no retorno das aulas. Secretário estadual da educação acompanha vacinação contra a Covid-19 em Ferraz
O secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, acompanhou a vacinação dos profissionais de educação contra a Covid-19 em Ferraz de Vasconcelos nesta segunda-feira (19).
“A educação ser essencial fez com que a gente avançasse. Quarenta e sete anos ou mais faz com que 66% das pessoas da educação com comorbidades sejam vacinadas. Ou seja, um número muito importante.”
Soares afirma que a vacinação não é obrigatória para o retorno das aulas. “A gente está buscando voltar desde 8 de setembro do ano passado, iniciamos o retorno. Mas obviamente estamos brigando muito para que a vacinação chegue para os profissionais de educação e, como disse, essa primeira etapa já está sendo um grande passo. Esperamos conclui-la esta semana. E conseguirmos avançar na direção dos próximos passos, torcendo para que as vacinas cheguem.”
A imunização desses profissionais na cidade começou no dia 12 de abril. O município recebeu 1.180 doses, o suficiente para vacinar todos os profissionais da linha de frente da educação com mais de 47 anos.
Agenor Vieira trabalha na manutenção geral de uma escola na Vila Margarida e ficou satisfeito com a oportunidade de se vacinar. “É legal, precisa né? Porque você vai trabalhar no meio do pessoal lá, então tem que tomar mesmo.”
Para a secretária municipal de Educação, Cecília Cruz, ter esses profissionais vacinados traz mais tranquilidade para o retorno presencial nas unidades municipais previsto para a próxima semana. “Nós estamos preparando nossas escolas desde a primeira semana de janeiro com a compra de materiais, organização das escolas, preparação dos servidores, dos profissionais para o cumprimento dos protocolos. A vacinação é uma pedra nesse caminho que a gente tem construído para o retorno das aulas.”
Jovanete Silva tem 54 anos e trabalha como auxiliar de limpeza em uma escola no bairro Tanquinho. Se ela tivesse que esperar pelo critério da idade, demoraria um pouco mais. Por isso, receber a dose agora é um alívio e tanto. “Segurança para a gente e para as crianças também quando começar as aulas. Estou muito feliz.”
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