BCN 

Celebrações religiosas presenciais são retomadas na cidade de SP com início de fase de transição; VEJA FOTOS

Compartilhar


Catedral da Sé teve missa celebrada por Dom Odilo Scherer. Impasse sobre a liberação de atividades religiosas na pandemia chegou ao STF. Missa é celebrada por Dom Odilo Scherer na Catedral da Sé, neste domingo, 18 de abril, no início da fase de transição.
Suamy Beydoun/Agif – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo
Com o início da fase de transição em São Paulo neste domingo (18), fiéis voltaram a se reunir para missas e cultos presenciais na capital paulista. A nova fase de flexibilização, anunciada após uma leve queda nas internações, permite a abertura de comércios e atividades religiosas em horários reduzidos.
O que pode abrir na fase de transição?
A partir deste domingo, cultos, missas e outras atividades religiosas coletivas podem ocorrer com distanciamento e controle de acesso.
Na Catedral da Sé, no Centro da cidade, uma missa foi celebrada pelo arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer.
Em nota, a Arquidiocese de São Paulo informou que as celebrações podem ser feitas com ocupação de até 25% dos bancos, uso de máscaras, distanciamento de 1,5m entre os participantes e medição de temperatura na entrada.
“Recomendo que todos continuem a zelar, da melhor forma possível, da própria saúde e da saúde do próximo. A pandemia somente poderá ser vencida mediante a colaboração e o esforço perseverante de todos”, escreveu Dom Odilo.
Missa é celebrada por Dom Odilo Scherer na Catedral da Sé, neste domingo, 18 de abril, no início da fase de transição.
Suamy beydoun/Agif – Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo
Missa sendo celebrada na Paroquia de Nossa Senhora do Rosário de Pompeia, na Zona Oeste de SP, na manhã deste domingo, 18 de abril.
Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo
Fiéis durante missa na igreja São Francisco de Assis, no bairro da Vila Clementino , zona sul da cidade de São Paulo, neste domingo, 18 de abril.
Renato S. Cerqueira/Futura Press/Estadão Conteúdo
Impasse na liberação de atividades religiosas
O impasse sobre a liberação de atividades religiosas na pandemia chegou ao Supremo Tribunal Federal. Por 9 votos a 2, o STF decidiu no dia 8 de abril que estados e municípios podem impor restrições a celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em templos e igrejas
Os únicos votos contrários foram dos ministros Nunes Marques e Dias Toffoli
Os ministros do Supremo julgaram uma ação do PSD. O partido pedia a derrubada de decreto estadual de São Paulo que proibiu cultos e missas presenciais em templos e igrejas.
O julgamento foi marcado após decisões conflitantes sobre o mesmo tema dos ministros Nunes Marques e Gilmar Mendes.
No dia 3 de abril, ao julgar pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), o ministro Nunes Marques aceitou o argumento da liberdade religiosa e proibiu que celebrações em templos e igrejas fossem vetadas por estados, municípios e Distrito Federal em razão da pandemia.
Dois dias depois, o ministro Gilmar Mendes tomou decisão divergente. Ele rejeitou liminarmente (provisoriamente) a ação do PSD — que pedia a derrubada do decreto estadual que proibiu cultos e missas em São Paulo devido à pandemia — e enviou o caso ao plenário do STF.
VÍDEO: Estado de São Paulo começa fase de transição neste domingo (18)

Compartilhar

You May Also Like

Deixe um comentário