SP estuda permitir retorno de alguns setores de maneira escalonada, diz vice-governador Rodrigo Garcia

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Garcia vê estabilização nos índices de internações, mas não o suficiente para uma maior flexibilização. Na sexta (9), gestão de João Doria irá anunciar se estado segue na fase emergencial, em vigor desde o dia 15 de março, ou poderá retornar à vermelha. Vice-governador de SP sobre compra de vacinas contra Covid: ‘Temos muita dificuldade’
O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, disse nesta quinta-feira (8) que o estado estuda permitir o retorno de alguns segmentos econômicos de maneira escalonada.
Em vigor desde 15 de março, a fase emergencial foi prorrogada até 11 de abril pela gestão de João Doria. O governo estadual ainda analisa se o estado poderá retornar à fase vermelha.
“Não temos expectativa concreta de abertura, de ‘liberou geral’ a partir da semana que vem. Podemos até avaliar setores ou segmentos que podem voltar a funcionar de maneira escalonada no estado de São Paulo, mas epidemia ainda está em alta”, disse Garcia em entrevista à GloboNews.
Segundo o vice-governador, os números da pandemia – como internações, casos e mortes – estão sendo avaliados, e a decisão sobre as próximas medidas serão tomadas nesta sexta-feira (9).
Assim como o secretário da Saúde, Jean Gorinchteyn, Garcia vê melhoras nos índices avaliados.
“Os efeitos que tivemos desses fechamentos nas últimas semanas são positivos. Nós vínhamos numa escalada de internações, e na última semana houve diminuição – o que nos sinaliza uma certa estabilização, mas não queda necessária para que nós pudéssemos ter flexibilização maior”, afirmou o vice.
Compra de vacinas
O vice-governador falou também sobre a dificuldade em encontrar vacinas disponíveis no mercado mundial, e afirma que o estado já dialogou com farmacêuticas como Pfizer e Moderna, por exemplo.
“O problema não é só disponibilidade, mas o tempo também. Todas as consultas que fizemos, nós não tivemos no prazo que gostaríamos, que é agora de maneira urgente para imunizar a população de São Paulo”.
Segundo ele, novos imunizantes estariam disponíveis para chegar apenas no fim de 2021 ou em 2022.
“Ou seja, já em um período que acreditamos que o Butantan terá condições de abastecer São Paulo, Brasil e o mundo”, disse Garcia.

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