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Mais de 120 detentos dos CDPs do Alto Tietê são soltos por causa de recomendação da pandemia, diz secretaria

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O Conselho Nacional de Justiça fez uma recomendação que concede liberdade a alguns presos para cumprir pena em regime aberto. Segundo o Tribunal de Contas do Estado, os critérios foram: ter acima de 60 anos de idade, comorbidades, confirmados com a Covid-19, entre outros. Detentos deixaram o CDP de Mogi das Cruzes com base em recomendação da pandemia do Conselho Nacional de Justiça.
Reprodução/ TV Diário
Até o final de primeira quinzena de fevereiro, 122 detentos que estavam custodiados nos Centro de Detenção Provisória (CDP) de Mogi das Cruzes e Suzano foram soltos com base na recomendação 62 do Conselho Nacional de Justiça com orientações ao Judiciário para evitar contaminações em massa da Covid-19.
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Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), a Justiça determinou a soltura de 33 detentos que estavam no CDP de Mogi das Cruzes e 89 na unidade e Suzano.
Ainda de acordo com a SAP, dos 3.032 custodiados nos CDPs de Suzano e Mogi das Cruzes, 48 testaram positivo para a Covid-19 desde o início da pandemia, mas todos já estão recuperados.
Já entre os servidores, 35 testaram positivo. Destes, 33 estão recuperados, um permanece afastado em tratamento e um morreu. Os números de servidores por unidade não são divulgados para a segurança dos próprios funcionários.
Estado
O Painel Covid do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) mostra que, até 31 de dezembro, 7.044 presos foram colocados em liberdade, beneficiados também pela recomendação 62 do CNJ.
Os critérios para a soltura, conforme o painel, foram: ter acima de 60 anos, comorbidades, confirmados com a Covid-19 entre outros.
Deste total, 1.477 estavam em penitenciárias, 4.769 em CDPs, 699 em Centro de Progressão Penitenciária (CPP), 11 em Centro de Ressocialização (CR), 87 em Regime de Disciplinar Diferenciado (RDD) e um em hospital.
Ainda de acordo com o TCE, entre março e dezembro, a SAP teve R$ 7,3 milhões em despesas de prevenção ao novo coronavírus, sendo que junho foi o mês com o maior gasto, chegando a R$ 1,8 milhão.
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