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Ministério Público de SP abre investigação para apurar denúncias de ‘fura-fila’ da vacinação contra a Covid-19

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Lei sancionada pelo governador João Doria (PSDB) prevê multa de até R$ 100 mil para a aplicação de vacinas contra o coronavírus em pessoas que não estão nos grupos prioritários. Ouvidoria nacional do MP recebeu 1.067 denúncias em todo o país. Ouvidoria do Ministério Público recebeu 1.067 denúncias de fura-fila em todo o país
A ouvidoria nacional do Ministério Público (MP) recebeu 1.067 denúncias de pessoas furando a fila da vacinação contra a Covid-19 em todo o país. Quase metade delas teria ocorrido no estado de São Paulo
As denúncias foram enviadas via redes sociais, aplicativos de mensagens e por formulários eletrônicos. A ouvidoria enviou as reclamações aos órgãos estaduais para que sejam apuradas. O estado de São Paulo teve 44% do total de denúncias.
O Ministério Público do estado de São Paulo abriu uma investigação criminal nesta sexta-feira (19) para apurar denúncias de pessoas furando a fila da vacinação. O MP solicitou à secretaria da Saúde de SP e também à secretaria municipal da capital acesso à lista de pessoas que já foram vacinadas, com as informações sobre os grupos de prioridade aos quais cada uma pertence.
No dia 13 de fevereiro, foi sancionada pelo governador, João Doria (PSDB), uma lei estadual que prevê multa de até R$ 100 mil para a aplicação de vacinas contra o coronavírus em pessoas que não estão entre os grupos prioritários e que furem a fila de vacinação.
O projeto de lei foi de autoria dos deputados Heni Ozi Cukier (Novo) e Gilmaci Santos (Republicanos). Aprovado pela Assembleia Legislativa (Alesp) na quinta-feira (10), o texto prevê multas para todas as partes envolvidas, desde o agente público responsável por aplicar a dose da vacina até quem receber a dose no braço, e, ainda, a autoridade ou funcionário público facilitador da contravenção.
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