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Polícia prende parte de quadrilha que sequestrava vítimas e as obrigava a transferir PIX em SP

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Empresário caiu em golpe de suposto encontro por aplicativo de namoro e foi levado para cativeiro onde teve que transferir R$ 100 mil aos criminosos. Polícia Civil chegou à quadrilha rastreando contas bancárias. Parte de quadrilha que exigia transferência pelo Pix de pessoas sequestradas é presa
Parte de uma quadrilha que fazia sequestros-relâmpago em Osasco, na Grande São Paulo, e na Zona Oeste da capital foi presa nesta quinta-feira (18) pela Polícia Civil.
Os criminosos eram responsáveis por contas bancárias que recebiam o dinheiro desviado após criminosos armados renderem pessoas e obrigarem as vítimas a transferirem valores pelo PIX, um sistema instantâneo de pagamentos.
Os policiais do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) cumpriram 11 mandados de busca e de prisão ao redor da comunidade do Jaguaré, na Zona Oeste da capital para localizar os criminosos.
Três pessoas foram presas: um homem de 37 anos e duas mulheres: uma de 31 anos e outra de 27 anos.
Os criminosos presos nesta quinta eram os que recebiam o dinheiro transferido. A polícia chegou até eles após o rastreamento das contas bancárias. Uma das vítimas foi um empresário que foi obrigado a transferir, em novembro de 2020, R$ 100 mil aos criminosos.
A vítima foi atraída por uma mulher em um aplicativo de namoro. Ela marcou um encontro em um condomínio no bairro do Rio Pequeno, na Zona Oeste da capital. Quando ele chegou no local, foi rendido por dois homens armados e levado a um cativeiro, onde foi obrigado a fornecer a senha bancária aos criminosos.
O empresário só foi libertado no dia seguinte. Como o crime de sequestro relâmpago agora é considerado hediondo, as penas podem passar de 30 anos de prisão.
Os criminosos vão responder por roubo qualificado, extorsão, associação criminosa e corrupção de menores.

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